{"id":25669,"date":"2024-09-15T09:25:43","date_gmt":"2024-09-15T12:25:43","guid":{"rendered":"https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/?p=25669"},"modified":"2024-09-15T09:25:43","modified_gmt":"2024-09-15T12:25:43","slug":"relatorio-indica-conflitos-envolvendo-transicao-energetica-e-mineracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/2024\/09\/15\/relatorio-indica-conflitos-envolvendo-transicao-energetica-e-mineracao\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio indica conflitos envolvendo transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e minera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-25670\" src=\"https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/951773-mineradora_20-300x179.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/951773-mineradora_20-300x179.jpg 300w, https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/951773-mineradora_20-1024x613.jpg 1024w, https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/951773-mineradora_20-768x459.jpg 768w, https:\/\/miradouronoticias.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/951773-mineradora_20.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<header class=\"header-static navbar-sticky navbar-light navbar-sticky-on\">\n<nav class=\"navbar\">\n<div class=\"container nav-item dropdown megamenu\">\n<div class=\"offset-1 navbar-brand flex-grow-1\"><\/div>\n<div class=\"pos-absolute-center\"><a class=\"\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\"><img decoding=\"async\" class=\"navbar-brand-item m-auto\" src=\"https:\/\/cdn.jsdelivr.net\/gh\/sergiosdlima\/assets-ebc@1.0.0\/abr\/assets\/images\/logo-agenciabrasil.svg?sj7frm\" alt=\"Logo Ag\u00eancia Brasil\" height=\"30\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"navbar-nav\"><\/div>\n<div class=\"navbar-nav\">\n<div id=\"search\" class=\"nav-item search border-0 pl-3 pr-0 px-lg-2\"><a class=\"nav-link\" title=\"Abrir a busca no site\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-09\/relatorio-indica-conflitos-envolvendo-transicao-energetica-e-mineracao#search-open\" data-toggle=\"collapse\"><i class=\"ti-search\"><\/i><span class=\"sr-only\">Abrir o campo de busca<\/span><\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/nav>\n<\/header>\n<div class=\"sticky-space\"><\/div>\n<div class=\"container\"><\/div>\n<div class=\"region region-content\">\n<article class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-12 mb-3\">\n<div class=\"post-image\"><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-09\/relatorio-indica-conflitos-envolvendo-transicao-energetica-e-mineracao#\"><img decoding=\"async\" id=\"media-399402\" class=\"rounded-lg shadow-sm w-100\" title=\"Jos\u00e9 Cruz\/Agencia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/zYU_KKIHrEzPnA4bRs1acv-7wTA=\/1170x700\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/09\/14\/951773-mineradora_20.jpg?itok=awI1coVN\" alt=\"Paracatu (MG), 06\/02\/2015 - A minera\u00e7\u00e3o no chamado Morro do Ouro, liderada pela empresa canadense Kinross Gold Corporation, representa a principal atividade industrial para a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda na regi\u00e3o. Foto: Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-lg-12 mb-3\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"tts-container\" class=\"col-xl-7 offset-xl-1 col-lg-8 offset-lg-0 col-md-10 offset-md-1 mb-3\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xl-7 offset-xl-1 col-lg-8 offset-lg-0 col-md-10 offset-md-1 mb-3\">\n<div class=\"post-item alt-font\">\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p>A busca por minerais necess\u00e1rios para projetos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica vem causando conflito nas novas frentes explorat\u00f3rias. \u00c9 o que indica o Grupo deom Pesquisa e Extens\u00e3o Pol\u00edtica, Economia, Minera\u00e7\u00e3o, Ambiente e Sociedade (Poemas), ao qual s\u00e3o vinculados pesquisadores de diferentes institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, como as universidades federais de Juiz de Fora (UFJF), Fluminense (UFF) e de Vi\u00e7osa (UFV).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1612198&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1612198&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Estudo sobre a quest\u00e3o, conclu\u00eddo recentemente, identificou viola\u00e7\u00f5es de direitos de pequenos propriet\u00e1rios rurais, trabalhadores e comunidades tradicionais, sendo a Amaz\u00f4nia Legal a regi\u00e3o que concentra o maior n\u00famero de ocorr\u00eancias.<\/p>\n<p>Os casos mapeados se deram entre 2020 e 2023.<\/p>\n<p>&#8220;O que o estudo vem que mostrar \u00e9 que n\u00e3o podemos tratar a minera\u00e7\u00e3o dos minerais cr\u00edticos sem considerar\u00a0os danos. E \u00e9 algo que j\u00e1 est\u00e1 ocorrendo&#8221;, disse, em entrevista\u00a0\u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil,<\/strong>\u00a0o ge\u00f3grafo e professor da UFF, Luiz Jardim Wanderley, um dos signat\u00e1rios do estudo.<\/p>\n<p>Os resultados est\u00e3o no relat\u00f3rio\u00a0<em>Transi\u00e7\u00e3o Desigual: as viola\u00e7\u00f5es da extra\u00e7\u00e3o dos minerais para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica no Brasil<\/em>. O documento foi publicado em julho pelo Conselho do Observat\u00f3rio dos Conflitos da Minera\u00e7\u00e3o no Brasil e pelo Comit\u00ea Nacional em Defesa dos Territ\u00f3rios Frente \u00e0 Minera\u00e7\u00e3o, os quais s\u00e3o compostos por diferentes organiza\u00e7\u00f5es, entre elas o Poemas.<\/p>\n<p>Os minerais cr\u00edticos ou minerais de transi\u00e7\u00e3o s\u00e3o aqueles cuja disponibilidade atual \u00e9 limitada e a explora\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada necess\u00e1ria para assegurar a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, j\u00e1 que s\u00e3o essenciais para a fabrica\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as e equipamentos associados \u00e0 ideia de energia verde.<\/p>\n<p>Por exemplo, h\u00e1 demanda por cobre nas usinas e\u00f3licas, por sil\u00edcio para os pain\u00e9is fotovoltaicos, por n\u00edquel e l\u00edtio para as baterias, por bauxita e alumina para os cabos de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/b-PfzBaSs8CHAX3wHUpDXvh8SeI=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/trbr2840.jpg?itok=V3em7uIt\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 28\/06\/2023 - Pain\u00e9is solares em pr\u00e9dios no centro do Rio. Foto:T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Pain\u00e9is solares em pr\u00e9dios no centro do Rio.\u00a0<strong>T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>De acordo com dados reunidos no estudo, a explora\u00e7\u00e3o mineral no pa\u00eds cresceu de R$ 243 bilh\u00f5es para R$ 266 bilh\u00f5es em valores deflacionados entre 2013 e 2022. Trata-se de um avan\u00e7o de 9,3%. No entanto, levando em conta apenas os minerais cr\u00edticos, o aumento foi de 39%. Dados dos investimentos das mineradoras em pesquisa mineral tamb\u00e9m ajudam a ilustrar o cen\u00e1rio. Houve um crescimento de 150%, entre 2013 e 2022. Quando se considera apenas os minerais cr\u00edticos, por\u00e9m, a alta foi de 240%. Na \u00faltima quarta-feira (11), o an\u00fancio da australiana Pilbara Minerals, especializada na minera\u00e7\u00e3o de l\u00edtio, ilustrou o cen\u00e1rio: a mineradora far\u00e1 um investimento de R$ 2,2 bilh\u00f5es em um projeto no munic\u00edpio de Salinas (MG), no Vale do Jequitinhonha.<\/p>\n<p>&#8220;Nem sempre os conflitos est\u00e3o associados a mais investimentos. Mas, sem d\u00favida nenhuma, eles est\u00e3o associados \u00e0 profus\u00e3o de novos empreendimentos&#8221;, afirma Luiz. O que preocupam os pesquisadores \u00e9 que a realidade j\u00e1 evidencia um grande volume de conflitos. Foram identificadas 348 ocorr\u00eancias em 249 localidades, no per\u00edodo de 2020 a 2023. Ao menos, 101 mil pessoas teriam sido afetadas. Segundo o estudo, os pequenos propriet\u00e1rios rurais s\u00e3o 23,9% das v\u00edtimas de viola\u00e7\u00f5es de direitos. Trabalhadores representam 12,1% e ind\u00edgenas 9,8%.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/fx2qpizAPqZPhj5eskw9YGBcePQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/09\/13\/grafico02.jpg?itok=Hm4De1Jj\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 13.09.2024 - Arte para a mat\u00e9ria Extra\u00e7\u00e3o dos minerais para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\"><strong>Arte\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o conflitos que atingem diferentes grupos. Mas eu destacaria os pequenos produtores, sobretudo agricultores familiares que vivem em \u00e1reas pr\u00f3ximas aos empreendimentos de minera\u00e7\u00e3o. Os pr\u00f3prios trabalhadores da minera\u00e7\u00e3o enfrentam uma s\u00e9rie de viola\u00e7\u00f5es que envolvem condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de trabalho e super explora\u00e7\u00e3o. E temos outros atores como ind\u00edgenas e quilombolas que tamb\u00e9m v\u00eam sofrendo com os impactos. No caso particular dos ind\u00edgenas, chama aten\u00e7\u00e3o a quest\u00e3o dos garimpos dos minerais de transi\u00e7\u00e3o. As comunidades t\u00eam sido impactadas por garimpos associados \u00e0 cassiterita, \u00e0 mangan\u00eas e ao cobre&#8221;, diz Luiz.<\/p>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o de minerais cr\u00edticos n\u00e3o \u00e9 uniforme e varia conforme a base acad\u00eamica e as orienta\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de cada governo. No estudo, os pesquisadores enquadraram 31 subst\u00e2ncias na categoria, dos quais 14 estiveram relacionadas com conflitos no Brasil: alumina\/bauxita, cassiterita\/estanho, cobre, cromo, grafite, l\u00edtio, mangan\u00eas (incluindo liga de mangan\u00eas), ni\u00f3bio, n\u00edquel, prata, sil\u00edcio, ur\u00e2nio, van\u00e1dio e zinco.<\/p>\n<p>Os\u00a0minerais citados representam atualmente uma participa\u00e7\u00e3o minorit\u00e1ria na produ\u00e7\u00e3o do setor. O \u00faltimo balan\u00e7o divulgado pelo Instituto Brasileiro de Minera\u00e7\u00e3o (Ibram), que re\u00fane as maiores mineradoras do pa\u00eds, consolidou os dados do primeiro semestre de 2024. No per\u00edodo, 61,8% da produ\u00e7\u00e3o foi de min\u00e9rio de ferro, seguido por 7,5% de min\u00e9rio de ouro. S\u00e3o duas subst\u00e2ncias envolvidas em grandes trag\u00e9dias nacionais.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro est\u00e1 associada aos rompimentos das barragens da Samarco em Mariana (MG) e da Vale em Brumadinho (MG). J\u00e1 o garimpo ilegal de ouro est\u00e1 no epicentro da crise humanit\u00e1ria na Terra Yanomami, em Rond\u00f4nia. Os dados consolidados do Ibram, no entanto, dizem respeito apenas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o legal.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/rTCj9zE56-he5BWKdyd8pu3c7LE=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/_mg_8846.jpg?itok=ATHDJWX1\" alt=\"Alto Alegre (RR), 09\/02\/2023 - \u00c1reas de garimpo ilegal na Terra Ind\u00edgena Yanomami vistas em sobrevoo ao longo do rio Mucaja\u00ed. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">\u00c1reas de garimpo ilegal na Terra Ind\u00edgena Yanomami vistas em sobrevoo ao longo do rio Mucaja\u00ed.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>De acordo com Luiz, n\u00e3o seria por acaso que Par\u00e1 (40,8%) e Minas Gerais (25,9%) concentrariam juntos 66,7% das ocorr\u00eancias. S\u00e3o tradicionalmente os dois principais estados mineradores do pa\u00eds, sobretudo por sediarem as grandes minas de explora\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro. No entanto, considerando apenas os minerais cr\u00edticos, a produ\u00e7\u00e3o mineira entre 2013 e 2022 aparece apenas em quarto lugar, sendo superada n\u00e3o apenas por Par\u00e1, como tamb\u00e9m por Goi\u00e1s e Bahia.<\/p>\n<p>Ainda assim foram<a href=\"http:\/\/%20https\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-01\/brumadinho-e-cidade-que-mais-concentra-conflitos-de-mineracao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0mapeados mais\u00a0conflitos em munic\u00edpios de Minas Gerais<\/a>\u00a0do que em cidades goianas e baianas. Os pesquisadores tem uma explica\u00e7\u00e3o: os dados indicariam que os conflitos s\u00e3o cont\u00ednuos em estados onde a minera\u00e7\u00e3o \u00e9 uma atividade com relev\u00e2ncia hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>&#8220;Em Minas, voc\u00ea tem um setor consolidado de minera\u00e7\u00e3o envolvendo minerais de transi\u00e7\u00e3o, como por exemplo a explora\u00e7\u00e3o de bauxita na Zona da Mata mineira. E tamb\u00e9m tem as \u00e1reas de expans\u00e3o recente como \u00e9 o caso da explora\u00e7\u00e3o do l\u00edtio, que vem produzindo uma s\u00e9rie de conflitos no Vale do Jequitinhonha. Ent\u00e3o o estado tem essa caracter\u00edstica: ao mesmo tempo que j\u00e1 possui uma presen\u00e7a consolidada do setor mineral, \u00e9 tamb\u00e9m uma \u00e1rea de expans\u00e3o&#8221;, avalia Luiz Jardim Wanderley.<\/p>\n<h2>Amaz\u00f4nia<\/h2>\n<p>Chama a aten\u00e7\u00e3o que\u00a0quase metade das ocorr\u00eancias identificadas foram registradas na Amaz\u00f4nia Legal. A regi\u00e3o que inclui nove estados &#8211; Acre, Amap\u00e1, Amazonas, Mato Grosso, Par\u00e1, Rond\u00f4nia, Roraima e Tocantins e parte do Maranh\u00e3o &#8211; responde por 46,3% dos registros.<\/p>\n<p>&#8220;Os dados servem como alerta de que a transi\u00e7\u00e3o pode ser injusta para as localidades e para os povos afetados: ribeirinhos, quilombolas, ind\u00edgenas, pequenos agricultores. Eles n\u00e3o precisam fazer uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica porque, na verdade, essas popula\u00e7\u00f5es j\u00e1 contribuem com a captura de carbono. S\u00e3o elas que resguardam a floresta e protegem a natureza. E, mesmo assim, v\u00e3o ser elas que mais v\u00e3o sofrer com os danos de um projeto para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica que \u00e9 sobretudo do Norte Global, ou seja, dos Estados Unidos e da Europa, al\u00e9m da China e da \u00cdndia&#8221;, avalia Luiz.<\/p>\n<p>De acordo com ele, a explora\u00e7\u00e3o desses minerais comp\u00f5e mais uma amea\u00e7a \u00e0 din\u00e2mica amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>&#8220;Esse estudo n\u00e3o tratou da perspectiva de futuro, mas o que j\u00e1 observamos em outros estudos desenvolvidos \u00e9 que temos tr\u00eas \u00e1reas com maior demanda por t\u00edtulos minerais da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Uma \u00e9 o semi\u00e1rido nordestino, outra \u00e9 regi\u00e3o amaz\u00f4nica e a terceiro \u00e9 o miolo do Cerrado, na altura de Goi\u00e1s com o Tocantins. S\u00e3o \u00e1reas que tendem a ser espa\u00e7os de agravamento ainda maior do desmatamento. Tanto pelo efeito direto da minera\u00e7\u00e3o, como pelos efeitos secund\u00e1rios que envolvem por exemplo a atra\u00e7\u00e3o de pessoas e a abertura de estradas&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/9uci_EKd5zWf7w7bhuLq5tCXJWs=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/09\/13\/grafico01.jpg?itok=q9IAGo2V\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 13.09.2024 - Arte para a mat\u00e9ria Extra\u00e7\u00e3o dos minerais para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\"><strong>Arte\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No recorte por munic\u00edpios com maior volume de viola\u00e7\u00f5es de direitos, lideram a lista Barcarena (PA) e Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s (PA). Em terceiro lugar, aparece Cra\u00edbas (AL). Na cidade alagoana, Minera\u00e7\u00e3o Vale Verde, de capital ingl\u00eas, explora uma mina a c\u00e9u aberto de cobre. O empreendimento, est\u00e1 atrelado a 29 ocorr\u00eancias. S\u00e3o registros que colocam Alagoas como o terceiro estado com maior n\u00famero de conflitos: 8,3% do total mapeado.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, moradores do entorno da mina reclamam de explos\u00f5es, tremores de terra e de rachaduras em suas resid\u00eancias. Comunidades ind\u00edgenas Kariri-Xok\u00f3, Karapot\u00f3 e Tingui Bot\u00f3 tamb\u00e9m t\u00eam manifestado temor de contamina\u00e7\u00e3o e de impactos em suas terras. Procurada pela\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, a Minera\u00e7\u00e3o Vale Verde n\u00e3o retornou ao contato.<\/p>\n<h2>Mineradoras<\/h2>\n<p>O estudo tamb\u00e9m apresenta uma an\u00e1lise do perfil das mineradoras relacionadas com os conflitos. A maioria deles \u00e9 de m\u00e9dio porte. Ainda assim, o ranking das principais envolvidas nas ocorr\u00eancias mapeadas \u00e9 puxado por duas grandes empresas: a noruguesa Hydro, com 14,4%, e a brasileira Vale, com 11,5%.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros de ocorr\u00eancias envolvendo as duas mineradoras s\u00e3o impulsionados por situa\u00e7\u00f5es registradas no Par\u00e1. A Hydro responde pela explora\u00e7\u00e3o de alumina nos munic\u00edpios Abaetetuba e Barcarena, que chegou a gerar uma a\u00e7\u00e3o coletiva movida pelos atingidos na Justi\u00e7a holandesa. Eles alegam que as \u00e1guas do rio Murucupi foram polu\u00eddas, que h\u00e1 danos \u00e0 sa\u00fade e preju\u00edzos econ\u00f4micos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o local. viola\u00e7\u00f5es de direitos de povos ind\u00edgenas teriam rela\u00e7\u00e3o com as minas Salobo e Sossego, nas quais h\u00e1 extra\u00e7\u00e3o de cobre em Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s, e com a mina On\u00e7a Puma, onde s\u00e3o exploradas reservas de n\u00edquel a partir de uma opera\u00e7\u00e3o sediada em Ouril\u00e2ndia do Norte.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Governo do Par\u00e1\/Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/YqYWaJ4uCqdEX9ll3uxkohsHAzw=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/09\/14\/mina-de-sossego.jpg?itok=PwTOzSsz\" alt=\"Caraj\u00e1s (PA), 14\/09\/2024 - Mina de Sossego.  Foto: Governo do Par\u00e1\/Divulga\u00e7\u00e3o\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Mina de Sossego.\u00a0<strong>Governo do Par\u00e1\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Procurada pela<strong>\u00a0Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, a Hydro negou a ocorr\u00eancia de danos ambientais em seu empreendimento. A mineradora afirmou investir continuamente em tecnologias para tornar suas opera\u00e7\u00f5es cada vez mais sustent\u00e1veis e em iniciativas socioambientais com foco em educa\u00e7\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de trabalho e renda, fortalecimento de organiza\u00e7\u00f5es sociais e desenvolvimento econ\u00f4mico e social.<\/p>\n<p>&#8220;A principal alega\u00e7\u00e3o apresentada no relat\u00f3rio \u00e9 o suposto transbordamento das \u00e1reas de armazenamento de res\u00edduos de bauxita ap\u00f3s fortes chuvas em Barcarena em 2018. A Hydro reitera que nenhum transbordo foi confirmado por mais de 90 inspe\u00e7\u00f5es no local, inclusive pelas autoridades competentes. As atividades da Hydro s\u00e3o devidamente licenciadas, monitoradas e auditadas pelas autoridades competentes. A Hydro tem o compromisso de ser uma boa vizinha, agindo com responsabilidade e colocando a sa\u00fade, o meio ambiente e a seguran\u00e7a em primeiro lugar&#8221;, diz o texto.<\/p>\n<p>A Vale, por sua vez, afirma que n\u00e3o realiza pesquisa mineral ou lavra em terras ind\u00edgenas e que respeita a legisla\u00e7\u00e3o vigente. De acordo com a mineradora, laudos elaborados por peritos judiciais descartaram sua responsabilidade na contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no rio Catet\u00e9. A mineradora afirma j\u00e1 ter celebrado um acordo que encerrou a quase totalidade de controv\u00e9rsias com os ind\u00edgenas Xikrin e Kayap\u00f3.<\/p>\n<p>&#8220;O relacionamento com esses povos foi fortalecido e iniciativas volunt\u00e1rias para o empoderamento e autonomia dessas comunidades t\u00eam sido trabalhadas, em alinhamento com a estrat\u00e9gia de relacionamento da Vale, focada na gera\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios m\u00fatuos. Alguns exemplos s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o do etnodesenvolvimento do Povo Xikrin, com destaque para o Projeto de Valoriza\u00e7\u00e3o da Cultura e Mem\u00f3ria do Povo Xikrin do Catet\u00e9. Junto ao Povo Kayap\u00f3, a Vale apoiou a elabora\u00e7\u00e3o do Protocolo de Consulta desse povo, que foi desenvolvido pela Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena Floresta Protegida e aprovado na Assembleia Geral de Caciques e Lideran\u00e7as da Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3, que ocorreu na aldeia Gorotire em janeiro de 2024&#8221;, acrescenta a mineradora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Marcello Casal Jr\/Ag\u00eancia Brasi\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/EE7o-P0iD_BVhK1jEKmJh9UEdeU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/09\/14\/1437mc05c.jpg?itok=2pExTXlb\" alt=\"(PA). 14\/09\/2006 - Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3. Foto: Marcello Casal Jr\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3 (Par\u00e1).\u00a0<strong>Marcello Casal Jr\/Ag\u00eancia Brasi<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro conflito destacado no relat\u00f3rio coloca, de um lado, a Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte (MRN), e de outro, quilombolas e ribeirinhos de Oriximin\u00e1 (PA). No munic\u00edpio, minas para explora\u00e7\u00e3o de bauxita s\u00e3o apontadas por moradores locais como respons\u00e1veis por tornar o Lago do Batata impr\u00f3prio para pesca e banho. A comunidade quilombola Boa Vista, que vive a menos de 500 metros do empreendimento, afirma ainda que a instala\u00e7\u00e3o da MRN afetou a extra\u00e7\u00e3o de castanhas.<\/p>\n<p>De acordo com nota divulgada pela MRN, o monitoramento conduzido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1989 mostra que as condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas no Lago do Batata est\u00e3o equivalentes \u00e0s de locais onde n\u00e3o ocorreram interven\u00e7\u00f5es. &#8220;H\u00e1 registros de, ao menos, 199 esp\u00e9cies de peixes e a pr\u00e1tica da pesca \u00e9 comum entre os comunit\u00e1rios, o que \u00e9 endossado pelo fato de pelo menos 142 dessas esp\u00e9cies s\u00e3o utilizadas para subsist\u00eancia e com\u00e9rcio de pescado. Da mesma forma, dados da qualidade da \u00e1gua n\u00e3o apresentam nenhum elemento que possa trazer risco \u00e0 sa\u00fade humana&#8221;.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a mineradora, a\u00e7\u00f5es socioambientais compensat\u00f3rias e volunt\u00e1rias fomentam a gera\u00e7\u00e3o de renda e o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o da comunidade Boa Vista. &#8220;As iniciativas refor\u00e7am o compromisso da empresa em fazer uma minera\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e respons\u00e1vel, com respeito \u00e0s pessoas e ao meio ambiente&#8221;, registra o texto.<\/p>\n<h2>Futuro<\/h2>\n<p>De acordo com Luiz Jardim Wanderley, o mapeamento das viola\u00e7\u00f5es \u00e9 importante porque revela dados necess\u00e1rios para se discutir o futuro da minera\u00e7\u00e3o e seu papel na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. &#8220;Acho que \u00e9 perigoso adotar um discurso que coloca todo o setor mineral como um setor essencial para a sociedade. Com base nesse discurso, se busca legitimar diferentes tipos de explora\u00e7\u00e3o. O setor ainda busca limpar a p\u00e9ssima reputa\u00e7\u00e3o diante dos grandes desastres que ocorreram em Mariana e em Brumadinho. E faz isso tentando se mostrar como essencial \u00e9 um caminho&#8221;, diz ele.<\/p>\n<p>Ele defende que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica n\u00e3o pode ser compreendida como uma simples substitui\u00e7\u00e3o de bases tecnol\u00f3gicas e fontes de energia. \u00c9 preciso considerar a necessidade de medidas para se coibir a amplia\u00e7\u00e3o dos conflitos ambientais. &#8220;Esses minerais de transi\u00e7\u00e3o, na maior parte, n\u00e3o s\u00e3o para a sociedade brasileira e sim para a exporta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 um discurso que coloca o cen\u00e1rio atual como uma oportunidade. Ou seja, o Brasil deve aproveitar essa nova economia e usar a minera\u00e7\u00e3o como um vetor para financiar o desenvolvimento. Mas a minera\u00e7\u00e3o n\u00e3o faz isso desde o per\u00edodo colonial. A gente tem uma hiperconcentra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio. Foi assim com o ouro e hoje em dia \u00e9 com o ferro. N\u00e3o houve gera\u00e7\u00e3o de desenvolvimento social e econ\u00f4mico para a popula\u00e7\u00e3o brasileira&#8221;.<\/p>\n<p>Para os pesquisadores, o Estado precisa ter responsabilidade sobretudo ao discutir incentivos p\u00fablicos. Para estimular o setor na implementa\u00e7\u00e3o de novos projetos de minerais de transi\u00e7\u00e3o, o governo j\u00e1 criou, por exemplo o Fundo de Investimento em Participa\u00e7\u00f5es (FIP) Minerais Estrat\u00e9gicos no Brasil. Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), ele contar\u00e1 com aporte de at\u00e9 R$ 1 bilh\u00e3o. O tema tamb\u00e9m impulsiona a agenda diplom\u00e1tica. Na \u00faltima segunda-feira (10), a embaixada e os consulados dos Estados Unidos no Brasil organizaram um evento que debateu coopera\u00e7\u00e3o bilateral e o interc\u00e2mbio t\u00e9cnico visando a explora\u00e7\u00e3o de minerais cr\u00edticos. Estiveram presentes autoridades do governo do pa\u00eds norte-americano que tratam do assunto.<\/p>\n<p>Por sua vez, as\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2024-07\/mineradoras-querem-lei-que-desonera-minerais-criticos-e-estrategicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mineradoras<\/a>, representadas pelo Ibram, tamb\u00e9m buscam apresentar suas posi\u00e7\u00f5es no debate sobre o tema. Recentemente, a entidade conseguiu colocar em tramita\u00e7\u00e3o algumas demandas atrav\u00e9s do Projeto de Lei 2780\/2024 apresentado pelo deputado federal Z\u00e9 Silva (Solidariedade-MG). Entre diversas medidas, ele prev\u00ea a\u00a0desonera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o dos minerais cr\u00edtico, atrav\u00e9s da dedu\u00e7\u00e3o de valores no recolhimento do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jur\u00eddica e da redu\u00e7\u00e3o da al\u00edquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A proposta, de outro lado, n\u00e3o trata da repara\u00e7\u00e3o dos impactos explorat\u00f3rios.<\/p>\n<p>O tema ganhou centralidade nos quatro dias da Exposibram 2024, que se encerrou nesta quinta-feira (12) em Belo Horizonte. O evento, considerado a maior exposi\u00e7\u00e3o de minera\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina, \u00e9 organizado pelo Ibram. \u201cA minera\u00e7\u00e3o \u00e9 parte da hist\u00f3ria e sem ela n\u00e3o haveria a civiliza\u00e7\u00e3o que hoje conhecemos. Somos os art\u00edfices do futuro. Os minerais cr\u00edticos e estrat\u00e9gicos s\u00e3o decisivos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e n\u00e3o haver\u00e1 sa\u00edda para a humanidade, em raz\u00e3o do agravamento da emerg\u00eancia clim\u00e1tica, sem considerarmos o crescimento da oferta desses minerais\u201d, afirmou Raul Jungmann, diretor-presidente do Ibram, na mesa de abertura.<\/p>\n<p>Para Luiz Jardim Wanderley, a minera\u00e7\u00e3o j\u00e1 goza de muita isen\u00e7\u00e3o fiscal. &#8220;Se reduzem o royalty da minera\u00e7\u00e3o, por exemplo, os munic\u00edpios n\u00e3o ter\u00e3o nem a pequena captura de recursos que j\u00e1 se d\u00e1 em n\u00edveis muito baixos. N\u00e3o superam os 3,5%. E a\u00ed fica para os munic\u00edpios s\u00f3 o dano ambiental e a transforma\u00e7\u00e3o violenta dos seus territ\u00f3rios<\/p>\n<p>By: miradouronoticias.com.br\/ ag\u00eancia brasil<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Abrir o campo de busca A busca por minerais necess\u00e1rios para projetos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica vem causando conflito nas novas frentes explorat\u00f3rias. \u00c9 o que indica o Grupo deom Pesquisa e Extens\u00e3o Pol\u00edtica, Economia, Minera\u00e7\u00e3o, Ambiente e Sociedade (Poemas), ao qual s\u00e3o vinculados pesquisadores de diferentes institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, como as universidades federais de Juiz de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":25670,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,4],"tags":[],"class_list":["post-25669","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-principal","category-meio-ambiente"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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